SESSÃO 10

“(…) Enfim, crescemos sendo tratorados numa cidade marcada pelo genocídio da própria população, mas que externamente passa a imagem da “Meca” do trabalho e dos sonhos. Uma pena que para a população real, o sonho é pesadelo. Os únicos acessos fáceis que temos na cidade são o vício e a repressão, porque todo o resto ou nos é negado ou colocam barreiras que nos desestimulam. Literalmente, sobreviver no Cabo é uma lição de resistência.” (José Henrique, morador da cidade do Cabo de Santo Agostinho e ator).

Os lados de uma diferente moeda que vivem e se apropriam de uma cidade: Cabo de Santo Agostinho. De seus moradores atingidos aos moradores protegidos está o falacioso avanço das promessas de alto padrão e desenvolvimento de uma cidade. O filme registra a expressão das contradições do capitalismo à brasileira, a partir da realidade de um município.

Olá, isso é um comentário. Para começar a moderar, editar e excluir comentários, visite a tela de Comentários no painel. Avatares de comentaristas vêm a partir do Gravatar.